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O Mocinho Aventureiro


O que é um jornalista, um escritor, mais do que um contador de histórias? Claro que antes de contar a história, você precisa vivê-la. E foi o que eu fiz. Narro minha vida desde a infância pobre em Panambi e Cruz Alta, até me tornar jornalista e chegar à UFSM no curso de doutorado em Educação. Essa história já foi contada nesse livro.

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Ensaios Da Vida

Este livro é fruto de muitas noites de trabalho, de estudos e vivências. Contém crônicas, contos, poemas e citações com assuntos diversos que passam pela crítica social, humorismo, ensaios sobre educação, língua portuguesa, literatura e filosofia. Nele, também destaco trechos de minha infância de menino pobre até a chegada em Santiago, onde fundei o Expresso e conquistei muitos amigos.

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20 Anos De Jornalismo

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O livro 20 Anos de Jornalismo - Ama autobiografia de um autodidata -  foi lançado em 2008 pela Editora da URI. Neste livro, João Lemes conta sua história e a história de quem passou em seu caminho, de quem se envolveu com ele,  pessoas que o ajudaram, pessoas que ele ajudou... Conta a trajetória do jornal Expresso em Santiago e região, a trajetória de sua família e a de tantas outras que ele conheceu em Santiago, Capital dos Poetas. A obra foi selecionada pela Editora da URI para ser enviada à biblioteca do Senado Americano, com sede no Rio de Janeiro.

 

HOMENAGEM

Tenho vivido grades emoções. Que assim seja. O fato de estarmos vivo já é uma emoção. Imagina quando a gente viaja à infância de uma hora para outra. Foi isso que houve comigo ao receber essa obra do artista Rélerson Zanella, o conhecido Fotógrafo da Colônia. Agradeço de coração e desejo muito sucesso a esse amado amigo. Um artista espetacular.

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A história do livro e do poste
Quando o visitei o Rélerson, na casa de seus pais, jamais imaginei que ele me faria essa homenagem com um quadro da minha própria infância de menino pobre, lendo à luz de um poste. Essa história é conhecida; minha madrasta não deixava eu ler, menos ainda à noite. Gastava muito querosene (que ela chamava a “querosena”). O jeito era passar a madrugada na rua, em baixo de um poste.

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